Boneca inflável

Em certa ocasião, uma família – pai, mãe e um adolescente – apresentaram um caso interessante de reclamação de consumidor, que apresento agora para vocês meus amigos e amigas.
os pais relataram que estavam assistindo à televisão na sala de estar quando foram surpreendidos por um estouro, um estrondo, vindo do quarto do filho, Correram até o dormitório assustados para verificar o ocorrido e encontraram o moleque “branco”, mais assustado ainda que eles (os pais), com uma cara de desenxabido, olhando para uma boneca inflável estourada, rasgada e toda espalhada pelo local.
Os pais, muito irritados, vieram reclamar conosco da empresa que havia vendido um produto erótico a um menor de idade, sem autorização do responsável. Entramos em contato com a empresa e…surpresa! Descobrimos que para fazer a compra pela internet, o moleque havia usado as informações tanto pessoais quanto financeiras de seu pai. E, com isso, conseguiu receber esse produto, de uma maneira irregular, mas sigilosa, como é características dessas aquisições, indo retirar na agência dos Correios, sem que ninguém percebesse nada.
A empresa não tinha a mínima ideia de que a pessoa que estava adquirindo o produto era um menor de idade.
Aquele moleque, que era tido até então como vítima até então, saiu tomando do pai uns petelecos na orelha, com a promessa dele de fiscalizar mais de perto o uso que seu filho fazia da internet. Foi uma reclamação tida como improcedente, pois a empresa mandou o produto corretamente através de um sistema de aquisição eletrônica pela internet, muito comum hoje em dia, e a boneca inflável não tinha defeito além disso.
O defeito era o moleque que usava “piercing” na língua e ocasionou o estouro do produto.
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